Publicada em 12/09/2011 às 14h58. Atualizada em 18/11/2011 às 12h29

O que você sabe sobre meningite?

Veja algumas informações e dicas sobre a doença com a médica sanitarista, Dra. Eliana de Paula.

CONTEÚDO HOMOLOGADO Bahiana
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A médica sanitarista e diretora do Ambulatório Docente Assistencial da Bahiana, Dra. Eliana de Paula fala ao iSaúde Bahia sobre meningite. Saiba mais sobre sintomas, tratamentos e cuidados. Em caso de dúvidas, acesse o nosso Fale Conosco.



- O que é meningite?

Trata-se de uma síndrome (conjunto de sinais e sintomas), causada por diversos agentes, entre eles: bactérias e vírus.

- Quais são as principais formas de contágio?

A transmissão ocorre por contato direto que inclui gotículas e secreções das vias respiratórias das pessoas infectadas; comumente causa somente uma infecção subclínica (pouco aparente) das mucosas; o índice de portadores pode chegar de 25% ou mais, sem que existam casos clínicos da meningite.

- Quais são os sintomas mais comuns?

A meningite se caracteriza por febre de início repentino, dor de cabeça intensa,  náuseas e frequentemente vômitos, rigidez da nuca e, muitas vezes, petéquias (manchas rosadas ou avermelhadas) espalhadas no corpo.
Algumas vezes o quadro pode evoluir para delírio e coma. Outras vezes ocorrem casos fulminantes com prostração súbita, equimose (infiltração de sangue na malha dos tecidos) e choque. Em outras épocas a letalidade era de 50%, porém com o diagnóstico precoce e tratamento correto, a taxa de letalidade caiu ficando entre 5% a 15%.

- O que fazer no caso de identificação dos sintomas?

Não se automedicar; procurar imediatamente um serviço de saúde.

- Qual a forma de tratamento mais eficaz?

Investigação laboratorial e tratamento sintomático (aquele no qual se utilizam medicamentos que aliviam os sintomas, porém não age sobre a causa da doença) e específico, na dependência do tipo de agente.

- Quem teve pode ter novamente?

Sim.

- Quais os principais cuidados que devemos tomar em caso de surto de meningite?

•    Evitar aglomeração;
•    Tomar a vacina quando for recomendado pelas autoridades sanitárias;
•    Tomar conhecimento dos sintomas iniciais e procurar imediatamente um serviço de saúde.

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