Publicada em 03/12/2018 às 20h39. Atualizada em 04/12/2018 às 15h01

O que você entende sobre Id, Ego e Superego?

Conheça os pontos de partida para o desenvolvimento da psicanálise, pelo austríaco Sigmund Freud.

CONTEÚDO HOMOLOGADO Bahiana
Compartilhe

"Há condições para que o bebê possa se constituir como sujeito e isso se dá por esse laço precoce com seu cuidador."

Freud, o expoente da psicanálise, descreve a importância das relações parentais no processo evolutivo do ser humano e postula que todas as relações sociais da história do indivíduo implicam no seu desenvolvimento. Em especial, deve-se considerar a função materna como diretamente relacionada à constituição psíquica. Há condições para que o bebê possa se constituir como sujeito e isso se dá por esse laço precoce com seu cuidador.

Sigmund Freud, o pai da psicanálise, foi médico especialista em neurologia e, no fim do século XIX e início do século XX, desenvolveu sua teoria relacionando-a com sua prática médica-psicoterapêutica. Ele tratava pacientes com problemas nos nervos. Porém, decepcionado com a técnica usualmente empregada na época, a eletroterapia, buscou outras formas de tratamento, sob influência  direta do seu colega, o médico Joseph Breuer, passando a utilizar a hipnose até chegar a sua teoria e técnica, conhecida como psicanálise  e  que se  realiza  por  meio da associação livre de ideias.

A teoria psicanalítica de Freud demonstra a etiologia (estudo ou ciência das causas) dos transtornos mentais, as fases do desenvolvimento infantil e o processo da constituição do sujeito, além de esclarecer a respeito da formação dos transtornos mentais.

Freud (1900), no texto “A interpretação de sonhos”, procura definir o aparelho psíquico comparando-o com aparelhos ópticos, fazendo referência a um dos seus projetos intitulado Doutrina Anatômica do Neurônio, cuja aceitação pelos neuroanatomistas era notória no fim da década de 1880. James Strachey, na tradução do referido texto, diz que “Empregando como tijolos esses e outros conceitos semelhantes, Freud construiu um modelo altamente complexo e extraordinariamente engenhoso da mente como uma máquina neurológica”.

Autores apontam que o projeto não é uma tentativa de explicação do funcionamento do aparelho psíquico em bases anatômicas, mas, ao contrário, implica uma renúncia à anatomia e a formulação de uma metapsicologia. Dessa forma, a teoria psicanalítica de Freud se distancia do modelo anatômico e cria novos conceitos para um modelo metapsicológico.

1ª Tópica de Freud

Freud (1923), no prosseguimento de seus estudos, escreve sobre as instâncias desse aparelho psíquico, denominando-o de 1ª Tópica. Esse modelo topográfico é considerado um dos principais elementos da metapsicologia freudiana. Ele introduziu a ideia de que o aparelho psíquico é composto por áreas diferentes da mente, regidas por diferentes processos.

Nessa 1ª tópica descrita por Freud, ele concebe três regiões do aparelho psíquico, sendo elas: consciente (Cs), que seria o local que possui acesso à consciência; o pré-consciente (P-cs) a outra região que corresponde à localização dos conteúdos que podem vir à consciência de maneira mais simples, e o inconsciente (Ics), onde estão localizados os conteúdos reprimidos, sendo inacessível à consciência.

Assim, em 1923, Freud relaciona esses conceitos referentes à primeira tópica, dizendo que os preconizou a partir da teoria da repressão do texto de 1915, explicando que o reprimido é o próprio modelo do que é o inconsciente e que há dois tipos de inconsciente: o latente, porém capaz de consciência, e o reprimido, não possível de consciência.

Esta nossa visão da dinâmica psíquica não pode deixar de influir na terminologia e na descrição. Ao que é latente, tão só descritivamente inconsciente, e não no sentido dinâmico, chamamos de pré-consciente; o termo inconsciente limitamos ao reprimido dinamicamente inconsciente, de modo que possuímos agora três termos, consciente (cs), pré-consciente (pcs) e inconsciente (ics), cujo sentido não é mais puramente descritivo (FREUD, 1923, p. 16).

Dessa forma, Freud preconiza a ideia de uma formação, uma organização coesa onde os processos psíquicos de uma pessoa, denominados de “EGO da pessoa”, se ligam à consciência. Esses acessos possibilitam a descarga dessas excitações no mundo externo.  Assim é essa instância psíquica que exerce o controle sobre todos os seus processos parciais. Além disso, do ego partem as repressões por meio das quais algumas tendências psíquicas precisam ser excluídas da consciência.

2ª Tópica de Freud

Na sequência de seus estudos, Freud percebeu que esse primeiro modelo topográfico não era suficiente para explicar os processos mentais do aparelho psíquico. Assim, no texto “O Ego e o Id”, propõe um novo modelo constituído de Id, Ego e Superego, denominando-o de 2ª tópica do aparelho psíquico.

Freud explica que esse modelo é composto por três partes que estão interligadas e trabalham nas ações e reações do indivíduo, sendo elas: o Id, Ego e Superego. O Id, é a forma irracional da mente que permite ao indivíduo agir de forma impulsiva, ou seja, é a forma de ação e reação onde o sujeito se expressa sem ao menos pensar. O Id, na 2ª tópica, é denominado inconsciente, é o depósito das energias psíquicas. O ego é aquela parte do Id que foi modificada pela influência do mundo externo, e procura substituir o princípio de prazer que reina sem restrições no Id pelo princípio de realidade. No ego, a percepção exerce um papel que no Id é o instinto, assim o ego representa a razão. O ego tem origem no inconsciente, sua função seria agir como mediador, integrador e harmonizador, entre as pulsões do Id e as exigências e entre advertências do superego e as demandas da realidade externa.

"O ego tem origem no inconsciente, sua função seria agir como mediador, integrador e harmonizador, entre as pulsões do Id e as exigências e entre advertências do superego e as demandas da realidade externa."

É fácil ver que o Ego é a parte do Id modificada pela influência direta do mundo externo, sob mediação do Pcp-Cs, como que um prosseguimento da diferenciação da superfície. Ele também se esforça em fazer valer a influência do mundo externo sobre o Id e os seus propósitos, empenha-se em colocar o princípio da realidade no lugar do princípio do prazer, que vigora irrestritamente no Id. A percepção tem, para o Eu, o papel que no Id cabe ao instinto. O Eu representa o que se pode chamar de razão e circunspecção, em oposição ao Id, que contém as paixões. (FREUD, 1923, p.23) 

A última instância proposta por Freud é o Superego que se caracteriza pela instância que consiste na interdição do que lhe é proibido. O superego representa a lei, ele inicia-se na dissolução do complexo de Édipo no qual a criança precisa deixar o seu primeiro objeto de amor, entendendo que não lhe pertence. É o lugar de censura, do corte, envolve o pensamento do certo e errado, se torna responsável pelo desenvolvimento da consciência moral.  O Superego não é puramente um resquício das escolhas objetais iniciais do Id; possui também o sentido de uma ativa formação reativa a este.  Sua relação com o Eu não se esgota na advertência: “Assim (como o pai) você deve ser”; ela compreende também a proibição: “Assim (como o pai) você não pode ser, isto é, não pode fazer tudo o que ele faz; há coisas que continuam reservadas a ele” (FREUD, 1923, p.32).

Nessa perspectiva, a teoria freudiana preconiza que, desde o nascimento, os indivíduos são dotados de uma base biologicamente instintual.  Freud, no princípio de sua teoria na obra “Os instintos e seus destinos” e/ou outra versão descrita como “As pulsões e suas vicissitudes”, define pulsão como uma energia psíquica que se acumula no interior de um indivíduo gerando uma tensão que necessita ser descarregada ou satisfeita.

No texto “Três ensaios sobre a teoria da sexualidade”, de 1905, Freud cita, pela primeira vez, o termo pulsão, relacionando-o à sexualidade humana.  As pulsões são fatores motivadores da dinâmica da constituição do sujeito na vida mental, ou seja, os processos mentais não ocorrem por acaso. Há uma causa para cada memória revivida, cada pensamento, sentimento ou ação de forças biológicas que liberam energia mental, acreditando no desenvolvimento do sujeito, passando por uma série de estágios durante a infância em busca do prazer focado em determinadas áreas erógenas como uma força motriz por trás do comportamento, uma energia psicossexual ou libido, classificando-os em dois grandes grupos: instintos de vida (Eros) e instintos de morte (Thanatos). Contudo, Freud só formalizou tal hipótese em 1920, no texto “Além do princípio do prazer”.

Em 1915, Freud propõe que um indivíduo vivenciando frustração em qualquer estágio de desenvolvimento psicossexual, experimentaria ansiedades que persistiriam na vida adulta como um transtorno mental funcional, caracterizando uma neurose. Esse conceito de pulsão enunciado por Freud traz a ideia de dois tipos de estímulos: externos e internos. Quando ocorre um estímulo externo, o sujeito faz uso de mecanismos de fuga para se livrar do estímulo. Porém, quando são internos, não há possibilidade de fuga, e o alívio deve ser alcançado de outra maneira.

Assim, na teoria psicanalítica do ponto de vista econômico, o aparelho psíquico é regido pelo princípio do prazer, no curso dos processos psíquicos. Acredita-se que ele é sempre instigado por tensões de desprazer e toma uma direção para que o seu resultado seja a diminuição dessa tensão, ou a sua evitação, ou a geração do prazer. 

E, ao descobrir que mesmo a atividade dos mais evoluídos aparelhos psíquicos está sujeita ao princípio do prazer, ou seja, é automaticamente regulada por sensações da série prazer-desprazer, dificilmente podemos rejeitar o pressuposto seguinte, de que tais sensações reproduzem a maneira como se realiza a sujeição dos estímulos. Seguramente no sentido de que a sensação de desprazer está ligada ao aumento, e a sensação de prazer ao decréscimo do estímulo. 

Freud (1905), dando continuidade aos seus estudos sobre a constituição do aparelho psíquico, menciona outro conceito importante de sua teoria, referindo-se à proposta das fases do desenvolvimento psicossexual o qual foi posteriormente aprimorado, em 1913.

Ao escrever sobre as fases do desenvolvimento psicossexual, Freud caracterizou-as como: “organizações pré-genitais” e postulou seus conceitos sobre elas denominando de “fases de desenvolvimento da organização sexual”. Nessa época, ele considerou duas fases em especial chamando-as de oral e sádico-anal. A fase oral é representada pela atividade sexual ainda não afastada da deglutição de alimentos, cujo objetivo sexual está ligado à incorporação do objeto. Um resíduo dessa fase seria o ato de chupar o dedo, nesse aspecto, trocou-se a atividade sexual da alimentação.  Na fase sádico-anal, a zona erógena é especialmente a mucosa intestinal, cuja atividade é causada pelo instinto de apoderamento por meio da musculatura do corpo, como órgão e meta sexual passiva.

 Em 1923, Freud escreve sobre a fase posterior “a organização genital infantil – um acréscimo à teoria da sexualidade”, no qual ele irá relatar que:

No estágio da organização genital infantil que então se segue, há masculino, mas não feminino; a oposição é: genital masculino ou castrado. Apenas ao se completar o desenvolvimento, na época da puberdade, a polaridade sexual coincide com masculino e feminino. O masculino reúne o sujeito, a atividade e a posse do pênis, o feminino assume o objeto e a passividade. A vagina é então estimada como abrigo do pênis, torna-se herdeira do ventre materno (FREUD, 1923, p.155).

Freud, no texto sobre os ensaios, explica que essas pulsões parciais estão ligadas a zonas erógenas, referindo à sexualidade infantil. Porém, na puberdade, não significa que são abandonadas, elas funcionam na infância no molde dos prazeres, embora, na puberdade, a sexualidade encontre certa organização (que é esperada). Essas pulsões parciais ainda se acham ativas, mesmo tendo a precedência dos genitais ou sob o destino do recalque.

Ronald Chemama cita que cada fase de desenvolvimento corresponde à forma de organização da libido, no qual considera a energia psíquica em torno de uma zona erógena, correspondendo a uma relação de objeto, o que convoca uma tendência natural para o desenvolvimento contínuo das fases. Essa energia psíquica, inerente ao sujeito, a qual Chemama define: “Libido é a energia psíquica das pulsões sexuais, que encontram seu regime em termos de desejo, de aspirações amorosas, e que, para Freud, explica a presença e manifestação do sexual na vida psíquica”, caracteriza-se por ser uma fonte original de energia afetiva que mobiliza o organismo na obtenção de seus objetivos, sofre progressivas organizações durante o desenvolvimento, em torno de zonas erógenas corporais.  Essa energia pulsional é voltada para a obtenção de prazer.

D’Andrea, (1980), traz uma contribuição relatando que as fases do desenvolvimento ocorrem em sete períodos: oral, anal, fálica, latência, adolescência, maturidade e velhice. Em cada fase, o sujeito deve aprender a resolver as dificuldades pertinentes a elas, ocasionadas do próprio crescimento físico e da interação com o meio. As normas sociais ou a cultura na qual o sujeito está inserido interfere na maneira como se solucionam os diversos problemas determinantes na passagem de uma fase para a outra e na constituição do tipo característico da subjetividade do sujeito.

A psicanálise postula outro conceito fundamental na constituição do sujeito, que é o complexo de Édipo, e que está diretamente ligada às fases do desenvolvimento. Freud (1920) descreve ser o Complexo de Édipo determinante na estruturação da constituição psíquica do sujeito, e diz que a “A psicanálise conhece a identificação como a mais antiga manifestação de uma ligação afetiva à outra pessoa. Ela desempenha um determinado papel na pré-história do Complexo de Édipo” (FREUD, 1920, p.46).

Complexo de Édipo?

Para a compreensão do conceito sobre o Complexo de Édipo, cita-se Laplanche e Pontalis:

Conjunto organizado de desejos amorosos e hostis que a criança sente em relação aos pais. Sob a sua forma dita positiva, o complexo apresenta-se como na história de Édipo-Rei: desejo da morte do rival que é a personagem do mesmo sexo e desejo sexual pela personagem do sexo oposto. Sob a sua forma negativa, apresenta-se de modo inverso: amor pelo progenitor do mesmo sexo e ódio ciumento ao progenitor do sexo oposto. Na realidade, essas duas formas encontram-se em graus diversos na chamada forma completa do complexo de Édipo. Segundo Freud, o apogeu do complexo de Édipo é vivido entre os três e os cinco anos, durante a fase fálica; o seu declínio marca a entrada no período de latência. É revivido na puberdade e é superado com maior ou menor êxito num tipo especial de escolha de objeto.

O complexo de Édipo desempenha papel fundamental na estruturação da personalidade e na orientação do desejo humano. Para os psicanalistas, ele é o principal eixo de referência da psicopatologia; para cada tipo eles procuram determinar as formas particulares da sua posição e da sua solução (LAPLANCHE E PONTALIS, 2016 p. 77)

O psicanalista francês Juan-David Nasio (2017) menciona que o Édipo é como um entrave, sendo um desejo sexual maduro vivenciado na cabeça e no corpo infantil de uma criança, tendo como objeto os pais.

A criança edipiana é uma criança alegre que, em toda inocência, sexualiza os pais, introduzindo-os em suas fantasias como objetos de desejo e imitando sem pudor nem senso moral seus gestos sexuais de adultos. É a primeira vez, na vida, que a criança conhece um movimento erótico de todo seu corpo em direção ao corpo do outro. Não se trata mais de uma boca tendendo para um seio, mas de um ser integral que quer apertar o corpo inteiro da mãe. Ora, se é verdade que a criança edipiana fica feliz ao desejar e obter prazer com isso, é mais verdade ainda que desejo e prazer a assustam, pois ela os teme como um perigo.

O autor diz que, no menino, o órgão peniano é a parte do corpo mais repleta de sensações, que lhe confere como a zona erógena predominante, já que esse prazer sentido pela criança faz referência a todos os outros prazeres corporais. Por volta dos 4 anos de idade, todo prazer corporal independentemente do local do corpo em excitação, é reportado ao seu órgão (pênis) sob diversas formas de sensações. Também se torna, muitas vezes, motivo de exibição em público. Assim, diz que todos esses prazeres sentidos ora pelo olhar, pela boca, pela exibição refletem-se no nível de seu pequeno órgão, efetivando a vivência da excitação genital. O autor refere que o pênis para o menino se torna:

Apêndice visível, facilmente manipulável, erógeno e eréctil, o pênis atrai a mão, assim como a teta atrai os lábios e a língua; o pênis convoca os olhares, atiça a curiosidade dos meninos e das meninas e lhes inspira fábulas, ficções e bizarras teorias infantis. A pregnância imaginária do pênis é tamanha que o menino faz dele seu objeto narcísico mais precioso, a coisa pela qual tem mais apego e orgulho de possuir. Assim, tal culto do pênis eleva o pequeno órgão ao nível de símbolo do poder absoluto e da força viril.

Quanto ao que ocorre no gênero feminino em relação à passagem pelo Complexo de Édipo e castração, Freud (1933, p.133) menciona “A identificação de uma mulher com sua mãe permite-nos distinguir duas camadas:  a pré-edipiana, sobre a qual se apoia a vinculação afetuosa com a mãe e esta é tomada como modelo, e a camada subsequente, advinda do complexo de Édipo, que procura eliminar a mãe e tomar-lhe o lugar junto ao pai”.

Freud (1931), em seus estudos sobre a sexualidade feminina, afirma que existem diversos entraves e dúvidas a respeito do complexo de Édipo, causados pela diferença anatômica entre os sexos. Na menina, a principal característica é que ela precisa se desligar do objeto feminino representado pela mãe.  A menina descobre a existência do pênis no menino, se dá conta que não possui o órgão e diante da decepção, culpa a mãe, acreditando que ela permitiu que nascesse sem o pênis, nesse momento surge sentimentos de inferioridade, vergonha, ciúme, inveja do pênis e raiva depositada na mãe, e na sua raiva acaba se voltando para o pai, nomeando-o como seu objeto de amor, acreditando que tomará o lugar da mãe.

De acordo com Freud (1924), o complexo de Édipo na menina vai além de assumir o papel da mãe junto ao pai, renunciar o pênis é algo que não é aceito naturalmente, e ela buscará algum tipo de compensação.

O complexo de Édipo, portanto acontece quando a criança está atravessando a fase fálica (organização genital), quando despertam sentimentos de amor e ódio direcionados para aqueles que lhes são mais próximos, os pais.  Geralmente, nessa fase, a criança, devido ao desenvolvimento de sua autonomia se depara com várias proibições que antes lhe eram desconhecidas. É nesse momento que ela percebe que a família e a sociedade começam a impor regras, limites e padrões a serem seguidos. Entretanto, é importante dizer que cada criança passa por essa fase de maneira peculiar, levando em conta as fases.

Confira a versão do artigo científico na íntegra

Referências:

Chemama, R. (1995). Dicionário de Psicanálise. Porto Alegre: Artes Médicas.

Freud, S. (1996). Esboço de Psicanálise (Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud, Vol. XXIII). Rio de Janeiro: Imago.

Freud, S. (1923-1925). O Ego e o Id e Outros Trabalhos (Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud, Vol. XIX). Rio de Janeiro: Imago.

Freud, S. (1911-1913). O Caso de Schreber, Artigos sobre a Técnica e Outros Trabalhos (Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud, Vol. XII). Rio de Janeiro: Imago.

Freud, S. (1920-1923). Psicologia das Massas e análise do eu e outros textos (Obras completas volume 15). São Paulo: Companhia das Letras.

Freud, S. (1910-1913). Observações Psicanalíticas sobre um caso de Paranoia (Obras completas volume 10). São Paulo: Companhia das Letras.

Freud, S. (1917-1920). Além do princípio do prazer (Obras completas volume 14). São Paulo: Companhia das Letras.

Freud, S. (1914-1916), Os instintos e seus destinos (Obras completas volume 12). São Paulo: Companhia das Letras.

Freud, S. (1923-1925). O Eu e o Id (Obras completas volume 16.). São Paulo: Companhia das Letras.

Freud, S. (1901-1905). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade (Obras completas volume 06). São Paulo: Companhia das Letras.

Garcia-Roza, Luiz A. (2009). Freud e o inconsciente (24a ed.). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

Jerusalinsky, J. (2014). A criação da criança: brincar, gozo e fala entre a mãe e o bebê. Salvador, BA: Ágalma.

Jerusalinsky, J. (2012). Enquanto o futuro não vem: A psicanálise na clínica interdisciplinar com bebês. Salvador: Ágalma.

Jerusalinsky, A. (1999). Psicanálise e Desenvolvimento Infantil: um Enfoque Transdisciplinar. Porto Alegre: Artes e Ofícios.

Kupfer, M. C., Bernardino, L. M. F., Jerusalinsky, A., Lerner, R., Pesaro, M. E. (2008). A Pesquisa IRDI: resultados finais. In: Lerner, R. & Kupfer, M.C. (Orgs.). Psicanálise com crianças: Clínica e pesquisa. São Paulo: Escuta.

Laplanche, J. (1996). Vocabulário de psicanálise. (2a ed.). São Paulo: Martins Fontes.

Laplanche, J. (2016). Vocabulário de psicanálise. (4a ed.). São Paulo: Martins Fontes.

Lescovar, G. Z. (2001). Um estudo sobre as consultas terapêuticas e a psicanálise de D. W. Winnicott. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil. Recuperado de https://sapientia. pucsp.br/handle/handle/15782

Lopes, R. B. (2012). A resistência na obra de Freud [Internet]. Recuperado de https://psicologado.com.br/abordagens/psicanalise/a-resistencia-na-obra-de-freud

Miranda, A. B. S. (2015). Uma Breve Compreensão sobre o complexo de Édipo [Internet]. Recuperado de https://psicologado.com/abordagens/psicanalise/uma-breve-compreensao-sobre-o-complexo-de-edipo

Nasio, J. D. (2007). Édipo: o complexo do qual nenhuma criança escapa. Rio de Janeiro: Zahar.

Pinto, M. C. (Org.). (2007). O Livro de ouro da Psicanálise. Rio de Janeiro: Ediouro.

Carvalho, P. S., Loureiro, M., & Simões, M. R. (2006). Adaptações psicológicas à gravidez e maternidade. Psicologia e Educação, V(2), 39-49. Recuperado de psicologiaeeducacao.ubi.pt/Files/Other/ Arquivo/VOL5/PE%20VOL5%20N2/PE%20VOL5%20N2_index_5_.pdf

Roudinesco, E., & Plon, M. (1998). Dicionário de psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar.

Winnicott, D. W. (1975). O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago.

Winnicott, D. W. (1985). A criança e seu mundo. Rio de Janeiro: Zahar Editores.

Winnicott, D. W. (2005). A família e o desenvolvimento individual. (3a ed.). São Paulo: Martins Fontes.

Zimerman, D. E. (1999). Fundamentos psicanalíticos. Teoria, técnica e clínica. Uma abordagem didática. Porto Alegre: Artmed.

Compartilhe

Saiba Mais

     

    Redes Sociais